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Rio Ivinhema sobe 4 metros e alaga casas de veraneio na região

Segundo Defesa Civil, a situação não deixou desabrigados entre as famílias ribeirinhas

20/10/2026 às 13h45
Por: ROGÉRIO FERNANDES Fonte: Izabela Cavalcanti / CAMPO GRANDE NEWS
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Rio Ivinhema que transbordou alagou casas (Foto: Divulgação/Defesa Civil)
Rio Ivinhema que transbordou alagou casas (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

A elevação do nível do Rio Ivinhema, que subiu 4  metros, deixou casas de veraneio alagadas na região. Os imóveis ficam às margens do rio e são utilizados por proprietários para passar férias e fins de semana.

Conforme o coordenador da Defesa Civil do município, Divaldir Fialho, as ocorrências não provocaram desabrigados entre as famílias ribeirinhas. São três famílias que vivem por lá e não tiveram as casas inundadas, pois os imóveis não ficam diretamente na beira do rio.

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“Essas três casas não estão na beira do rio, então não foi inundada, não desabrigou ninguém. Essas outras casas, o pessoal só chega de barco, o prejuízo é só material deles”, explicou.

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O coordenador também informou que a situação na área urbana está tranquila após os estragos provocados por um vendaval. Conforme Divaldir, as famílias afetadas já receberam atendimento, e as casas danificadas foram cobertas. Os prejuízos registrados nos distritos e na cidade também estão sendo recuperados.

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“Na cidade está tudo tranquilo, teve um vendaval, mas as famílias já foram atendidas, na cidade alguns estragos que fez está sendo recuperado”, completou.

Outro ponto de atenção é a BR-141, sob responsabilidade da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). O Campo Grande News entrou em contato com a Agesul e aguarda o retorno.

Segundo a Defesa Civil, parte da rodovia está sinalizada para alertar os motoristas e evitar acidentes.

Acumulado de chuvas no mês - A primeira quinzena de outubro foi marcada por volumes expressivos de chuva em Mato Grosso do Sul. Entre os dias 1º e 15, os acumulados superaram a média histórica esperada para o mês inteiro em grande parte do Estado.

Os maiores volumes foram registrados em Itaquiraí, com 297,8 milímetros; Paraíso das Águas, com 294,6 milímetros; e Dourados, com 290,4 milímetros.

Em Campo Grande, o acumulado chegou a 272,8 milímetros, volume equivalente a 81% acima da média climatológica mensal.

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